Invius
Uma carta do gestor

Existe um degrau acima do assessor e do consultor. Quase ninguém te apresentou a ele.

Leonardo Dutra
Leonardo Dutra
Gestor de carteiras autorizado pela CVM · Sócio fundador da Invius

Leitura de 9 minutos

Eu quero começar te contando a história de um empresário que perdeu um milhão de reais em três meses. E o pior: ele foi avisado.

Ele chegou aqui na Invius sem nos conhecer. Veio fazer uma análise de carteira, dessas que a gente faz no diagnóstico. Quando abrimos a carteira dele, o problema saltou aos olhos: uma concentração enorme em títulos de renda fixa de empresas específicas. E empresas que, na nossa análise de crédito, não eram boas pagadoras.

A gente alertou. Mostramos o risco, mostramos a concentração, explicamos por que aquilo era uma bomba armada dentro de uma carteira que parecia conservadora. Afinal, era renda fixa, não era?

Ele ouviu, agradeceu e não mudou nada. A vida dele é corrida, ele é um grande empresário, tem uma operação inteira para tocar. A carteira ficou para depois.

Três meses depois, ele voltou. Uma daquelas empresas tinha dado calote no título. Prejuízo: aproximadamente um milhão de reais.

E foi ali, naquela segunda conversa, que ele entendeu a lição mais cara da vida financeira dele. Nos investimentos, é muito mais importante não perder dinheiro do que buscar a melhor rentabilidade possível.

Eu sou o Leonardo Dutra, gestor de carteiras autorizado pela CVM e sócio fundador da Invius. E nos próximos minutos eu quero te mostrar por que investidores como esse empresário, gente que venceu no mundo real, continuam perdendo dinheiro no mundo financeiro. E o que os investidores mais sofisticados do planeta fazem de diferente.

Por que é tão difícil não perder dinheiro

Parece contraintuitivo, não é? Não perder deveria ser fácil. Bastava deixar tudo no CDI.

Só que na prática não funciona assim. O investidor que cuida do próprio capital é induzido, o tempo inteiro, a comprar outros produtos ao longo do caminho. O gerente liga oferecendo. O assessor liga oferecendo. Chega um título pagando um pouco mais, uma oferta que parece imperdível, e ele vai se encantando por produtos no meio do caminho, sem conhecimento profundo e sem uma análise de risco adequada por trás.

Foi exatamente isso que aconteceu com aquele empresário.

Ninguém vende risco. Todo mundo vende retorno. E o risco vai se acumulando em silêncio dentro da carteira, até o dia em que ele cobra a conta.

Agora pensa comigo: quem, na estrutura que atende você hoje, é pago para gerenciar o seu risco? Não para te vender produto. Para defender o conjunto.

Na imensa maioria dos casos, a resposta é: ninguém.

O modelo que o Brasil ainda não te entregou

Deixa eu te contar o que me fez montar a Invius do jeito que ela é.

O que eu vi crescer no Brasil na última década foi o modelo de agente autônomo, o assessor de investimentos. E uma coisa sempre me chamou atenção: nos Estados Unidos, o mercado mais desenvolvido do mundo, o modelo predominante não é esse. Lá, o profissional que domina o atendimento aos investidores é o advisor.

Qual a diferença? O advisor americano ganha um fee para gerir a carteira. Um percentual sobre o patrimônio. Se o patrimônio do cliente cresce, ele ganha mais. Se cai, ele ganha menos. Os interesses estão amarrados no mesmo lado da mesa.

Esse modelo se consolidou lá depois dos anos de escândalos com corretagem, aquele mundo de conflito de interesse puro que você viu retratado no filme O Lobo de Wall Street. Corretores empurrando papel para gerar comissão, investidores se machucando em série. O mercado americano aprendeu a lição e migrou para o modelo em que o profissional é remunerado para cuidar, não para vender.

E tem um detalhe fundamental: o advisor americano tem poder discricionário sobre a conta do cliente. Ele faz a gestão de verdade, comprando e vendendo ativos de acordo com o mandato e o perfil do cliente, enquanto o cliente vive a vida dele.

No Brasil, tentaram criar uma versão disso com a figura do consultor de investimentos. Mas, sendo sincero, aquilo ficou mais para uma gambiarra do modelo americano. Porque o consultor brasileiro só passa recomendação. Quem precisa executar é o cliente. E o cliente, que é empresário, que é médico, que tem uma agenda lotada, não executa. A recomendação boa envelhece no WhatsApp, e a carteira fica lá, parada, acumulando riscos que ninguém está olhando.

Existe uma escala de atendimento no mercado brasileiro que quase ninguém te explica. No primeiro degrau, você é atendido por assessores, que são remunerados pelo que vendem. Subindo de patamar, você passa a ser atendido por consultores, que recomendam mas não executam. E no topo, quando o patrimônio é realmente grande, você passa a ser atendido por gestores. O gestor de carteiras é o profissional com a certificação mais elevada e mais difícil do mercado financeiro brasileiro, com autorização da CVM e responsabilidade legal sobre cada decisão que toma.

O problema? No Brasil, esse topo da escala sempre foi reservado para quem tem muitos milhões. As gestoras daqui preferiram construir fundos, que faziam sentido para grandes famílias principalmente pelo benefício fiscal dos fundos exclusivos.

Só que o mundo mudou. Em dezembro de 2023, a Lei 14.754 acabou com o diferimento fiscal irrestrito dos fundos fechados, e a partir de 2024 os fundos exclusivos passaram a pagar imposto semestralmente, como qualquer fundo. A grande vantagem daquela estrutura caiu por terra.

E o mercado inteiro está se movendo. Segundo os dados mais recentes da ANBIMA, o volume em carteiras administradas no Brasil cresceu mais de 14% em um único semestre, passando de R$ 212 bilhões. É o modelo americano finalmente chegando aqui. E é exatamente o serviço que a Invius entrega.

O que é a Carteira Administrada Invius

Funciona como se você tivesse um fundo de investimento exclusivo, em que o único cotista é você. Com uma diferença importante: os ativos ficam na sua conta, no seu nome, com transparência total sobre cada posição.

Eu sei que a primeira pergunta que vem à cabeça é: "espera, você vai poder comprar e vender na minha conta?"

Vou te responder do jeito mais direto possível. Sim, é gestão discricionária, igual ao modelo americano. E é justamente por isso que ela funciona. Mas repare em como isso é protegido.

Primeiro, eu só posso fazer o que estiver dentro do planejamento que você aprovou e assinou. Esse documento é o seu mandato, e a lei te resguarda: se eu sair uma vírgula do que está ali, eu respondo perante a CVM. Segundo, eu sou um profissional autorizado e certificado, monitorado a todo momento pelo regulador. Essa autorização levou anos para ser construída e é o ativo mais valioso que eu tenho. Nenhuma operação de cliente vale colocá la em risco. Terceiro, o dinheiro nunca passa pela Invius. Tudo acontece dentro da sua conta, na sua corretora, no seu nome. Eu tenho mandato para gerir, não para movimentar recursos para fora.

É mais proteção legal do que você tem hoje com um assessor, que não responde por resultado nenhum.

Como funciona na prática

O processo começa com uma entrevista em profundidade. Nela, a gente mapeia três dimensões de risco: risco de crédito, risco de mercado e risco de liquidez. Entende os seus objetivos de curto, médio e longo prazo. E mergulha no seu contexto de vida: família, filhos, casamento, empresa, planos.

Com base nisso, montamos o planejamento macro da carteira: quanto vai para renda fixa, quanto vai para o exterior, se entra ação ou não, que tipo de ação, se a carteira é mais voltada para crescimento ou para renda, qual o nível de volatilidade aceitável.

Esse planejamento vira um documento formal, o IPS, a política de investimento da sua carteira. Você lê, questiona, ajusta e assina. A partir da assinatura, esse é o mandato que eu sigo e que a lei me obriga a seguir.

Depois vem o planejamento ativo por ativo: o que entra na carteira, por que entra, qual o retorno esperado, qual a volatilidade esperada, qual o risco de cada posição. Você vê tudo antes da implementação.

E aí começa a gestão de verdade. Contato constante pelo WhatsApp. A cada três meses, um relatório completo sobre o desenvolvimento da carteira: o que andou, por que andou, o que está indo bem, o que não está. A cada seis meses, uma revisão mais robusta para capturar mudanças no seu contexto de vida. E a cada ano, uma reestruturação completa da carteira. Reuniões? No ritmo que você preferir. Tem cliente que gosta de conversar todo mês, tem cliente que prefere só nas revisões semestrais.

Em resumo: você faz o que você faz de melhor no mundo real, e a gente cuida do seu dinheiro no mundo financeiro.

A vantagem que nem os grandes bancos entregam: a originação própria

Agora eu quero te contar a parte que realmente diferencia a Invius de qualquer gestora que você já conheceu.

Além da gestão, a Invius estrutura operações de crédito no mercado de capitais: CRIs, debêntures, CRAs e outras estruturas que financiam empresas do mundo real. Deixa eu te dar o exemplo mais prático, que é o CRI. A gente percorre o país encontrando incorporadoras com excelentes projetos que precisam levantar capital para construção, e estrutura o CRI dessas operações. Somos nós que fazemos a modelagem financeira, definimos as garantias, desenhamos cada cláusula da operação.

Historicamente, essas operações iam para o mercado institucional. Um ou dois fundos se juntavam e compravam tudo, a taxas de CDI mais cinco, CDI mais seis, às vezes CDI mais sete ao ano. Operações que nunca chegavam nem perto das plataformas de varejo.

Um dia a gente parou e pensou: espera aí. Nós temos uma fonte de originação de boas operações, onde nós mesmos entendemos o risco por dentro, porque fomos nós que estruturamos. Por que não apresentar isso para os nossos próprios clientes?

Foi o que fizemos. Hoje, os clientes da carteira administrada acessam operações desse tipo. Para você ter uma referência: um CRI disponível nas plataformas de varejo costuma pagar CDI mais um, CDI mais um e meio, muitas vezes com um risco que nem condiz com esse retorno. As operações que estruturamos historicamente saem na faixa de CDI mais cinco a CDI mais sete, com estrutura de garantias robusta que nós mesmos desenhamos. E lembrando: o CRI é isento de imposto de renda para pessoa física.

E não para no crédito imobiliário. Tem operações de private equity imobiliário. Tem ativos judiciais, em que o cliente entra em processos já em fase de execução, com os bens já mapeados, buscando retornos bem acima da média em um ativo praticamente descorrelacionado da economia.

Todo investimento tem risco, e crédito estruturado não é exceção. A diferença é quem conhece esse risco.

Na prateleira, você compra um papel que outra pessoa empacotou e lê o resumo do prospecto. Aqui, nós escrevemos o prospecto.

Condições históricas de operações estruturadas. Investimentos em crédito envolvem riscos, inclusive de perda do capital investido.

Se você já entendeu o modelo e quer ver como ele se aplica à sua carteira, o próximo passo leva 45 minutos e não custa nada.

Agendar meu diagnóstico de risco

E os resultados?

Deixa eu te contar a história de outro cliente, também um grande empresário. Quando chegou até nós, ele tinha certeza de que estava sendo muito bem atendido pela assessoria dele. A gente pediu apenas uma oportunidade: deixa a gente te mostrar, na prática, como funciona a gestão de verdade.

Em poucos meses ele entendeu a diferença. Um profissional que faz o planejamento completo, entende o contexto de vida, monta a carteira de acordo com esse contexto, estrutura tranches de liquidez para cada necessidade dele. O resultado foi retorno melhor com mais segurança, não com menos. Hoje ele toca a empresa dele com a cabeça tranquila, sabendo que tem alguém com mandato legal defendendo o patrimônio dele todos os dias.

E aquele primeiro empresário, o do prejuízo de um milhão? Hoje é cliente. A carteira dele foi inteiramente replanejada, com análise de risco em cada posição de crédito, e ganhou algo que ele não tinha: diversificação internacional. Ele não tinha um dólar investido fora do Brasil, com todo o patrimônio exposto à moeda e à inflação de um único país. Hoje ele vê o patrimônio crescendo no Brasil e nos Estados Unidos, e dorme melhor por causa disso.

Falando em Estados Unidos, deixa eu abrir os números para você. Desde o início da estratégia, em agosto de 2024, o resultado consolidado de todas as carteiras de clientes sob nossa gestão nos Estados Unidos acumula 38,2% em dólar até julho de 2026, já descontada a taxa média de gestão. Isso dá cerca de 19% ao ano. No mesmo período, o S&P 500, com dividendos reinvestidos, rendeu 37,5%. Ou seja, mesmo depois de pagar a gestão, o cliente ficou na frente do índice mais difícil de bater do mundo. E repare: não é o resultado de um cliente escolhido a dedo. É o consolidado de todas as carteiras de clientes sob nossa gestão.

Mas eu quero te contar os números de que eu mais me orgulho, e não são esses.

Para entregar esse retorno, a estratégia correu apenas dois terços do risco do índice. Na prática, funciona assim: dos meses de alta do mercado, nós capturamos 82% do movimento. Dos meses de queda, capturamos só 38%. Sobe quase junto, cai muito menos. Em 24 meses, tivemos 19 meses positivos, contra 15 do próprio índice.

Quer ver isso na vida real? Dentro desses quase dois anos aconteceu a queda tarifária de 2025, o pior trecho do mercado americano no período. Entre os fechamentos de janeiro e abril de 2025, o S&P 500 acumulou queda de 7,5%. A nossa estratégia, no mesmo intervalo, ficou praticamente de lado: 0,2% negativo. Enquanto o investidor comum via a carteira derreter e perdia o sono, os nossos clientes atravessaram a tempestade quase sem sentir.

E vou além na transparência, porque prometi te contar também o pior momento. Em março de 2026, num estresse de mercado, a nossa estratégia caiu 5,5% no mês, um pouco mais que o índice naquele mês. Foi a maior queda da nossa história, e recuperamos tudo no mês seguinte. Eu faço questão de te contar isso porque gestor que só mostra acerto está escondendo alguma coisa. A nossa pior queda em dois anos foi de 5,5%, recuperada em um mês. A do índice no mesmo período foi de 7,5%, e levou dois meses para voltar.

É isso que eu quero dizer quando falo que risco vem primeiro. A estratégia rendeu mais que o índice não apesar da disciplina de risco, mas por causa dela.

Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, e todo investimento envolve riscos, inclusive de perda do capital investido. Os resultados citados são medidos em dólar, pela metodologia de retorno ponderado pelo tempo, com base no relatório consolidado da corretora, e já deduzem a taxa média de gestão e os custos de corretagem. Nenhum gestor sério promete retorno, e a regulação proíbe com razão. O que eu posso afirmar é o método: risco primeiro, sempre. O retorno acima do índice foi consequência da disciplina, não o contrário.

"Mas será que vale a pena pagar um fee de gestão?"

Essa é a pergunta que quase todo cliente faz antes de fechar. E eu gosto dela, porque a resposta é uma conta simples.

Volta na história do início. Um único erro de análise de crédito custou um milhão de reais para aquele empresário. Quantos anos de fee de gestão cabem dentro de um milhão de reais? A conta do profissional dedicado parece cara até o dia em que você faz a conta do amador.

E tem o outro lado, que ninguém te mostra: o serviço que parece de graça é o mais caro de todos. O assessor não te cobra nada diretamente, mas é remunerado por comissões embutidas em cada produto que ele te vende. Você paga, só que sem ver, e pagando por um modelo em que o incentivo dele é girar a sua carteira, não protegê la. No nosso modelo, o fee é transparente e vai na direção certa: eu só ganho mais se o seu patrimônio crescer.

Para quem é, e para quem não é

A carteira administrada da Invius foi desenhada para investidores com patrimônio a partir de R$ 800 mil, e sem teto. Aliás, quanto maior o patrimônio, mais a estrutura individualizada faz diferença, porque mais caro fica cada erro que ninguém está monitorando. Tipicamente empresários, médicos e executivos que ganharam dinheiro fazendo o que fazem de melhor, e que querem o melhor profissional possível cuidando do patrimônio enquanto seguem focados na própria vida.

E preciso ser transparente: não é para todo mundo. Se a sua ideia de investir é acompanhar a curva de rentabilidade toda semana e operar no curto prazo, nós não somos a gestora certa para você, e prefiro te dizer isso agora. Gestão patrimonial séria é um jogo de anos, não de semanas.

Uma última comparação, porque sei que alguns de vocês estão pensando nos grandes bancos. Nos grandes bancos, o serviço de carteira administrada costuma exigir a partir de R$ 5 milhões investidos. E mesmo assim, você não tem contato direto com o gestor. Você fala com um gerente de relacionamento, que fala com uma mesa, que executa uma política feita para milhares de clientes ao mesmo tempo. Banco trabalha com escala. Boutique trabalha com você. Aqui, quem atende você é quem gere o seu dinheiro. Esta carta que você está lendo foi escrita pelo gestor da sua futura carteira.

O próximo passo

O que eu quero te propor é uma reunião de diagnóstico de risco. Quarenta e cinco minutos, comigo, sem custo e sem compromisso.

Nessa conversa, eu vou fazer com a sua carteira o que fizemos com a daquele empresário: mapear onde estão os riscos escondidos que ninguém está monitorando, mostrar quanto os conflitos de interesse do modelo atual podem estar te custando, e desenhar como ficaria um planejamento individualizado a partir do que você precisa proteger e dos seus objetivos.

E sou direto: se a carteira administrada não fizer sentido para o seu caso, eu vou te falar na reunião. Uma boutique só cresce por reputação, e reputação se constrói dizendo a verdade.

Por sermos uma boutique, a nossa capacidade de absorver novos clientes com qualidade é limitada, e por isso abrimos um número restrito de reuniões de diagnóstico por mês. Se você tem R$ 800 mil ou mais investidos, clique no botão abaixo, preencha o formulário e escolha o melhor horário na minha agenda.

Aquele empresário do início pagou um milhão de reais para aprender que não perder é mais importante que ganhar. A reunião que teria evitado tudo isso não custava nada. Ela continua não custando.

Eu espero você na nossa conversa.

Leonardo Dutra
Gestor de carteiras autorizado pela CVM
Sócio fundador da Invius

P.S. Se você chegou até aqui, deixa eu resumir a decisão que está na sua frente. De um lado, continuar com o modelo atual: ninguém com mandato legal sobre o conjunto, riscos se acumulando em silêncio, produtos de prateleira e comissões invisíveis. Do outro, o modelo que domina o mercado americano e que cresce dois dígitos por semestre no Brasil: um gestor certificado, com responsabilidade legal, um planejamento assinado por você e acesso a operações que antes só o mercado institucional via. O primeiro passo entre um e outro é uma conversa de 45 minutos que não custa nada. Clique aqui e escolha o seu horário.

Próximo passo

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Quarenta e cinco minutos com o gestor, sem custo e sem compromisso. Vamos mapear os riscos escondidos que ninguém está monitorando na sua carteira hoje.

São 7 perguntas rápidas. Seus dados são usados apenas para o agendamento e comunicação da Invius, conforme nossa Política de Privacidade.

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Neste momento a carteira administrada atende patrimônios a partir de R$ 800 mil. Enquanto isso, você vai passar a receber por e-mail o nosso conteúdo sobre gestão de patrimônio e controle de risco, para estar pronto quando chegar a hora.

Obrigado pela sinceridade nas respostas.

Pelo que você respondeu, o que procura são dicas de operações, e não é isso que fazemos. A Invius cuida de patrimônio com horizonte de anos, seja com o gestor decidindo por você, seja com recomendações para você executar. Vender outra coisa seria vender algo que não vai te servir, e preferimos dizer agora.

Você vai continuar recebendo por e-mail o nosso conteúdo sobre gestão de patrimônio e controle de risco. Se o seu momento mudar, a porta está aberta.

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